
Dois materiais, e cada um está onde precisa estar.

PETG translúcido, na cúpula.
A cúpula é a peça mais perto da lâmpada, e é ela que trabalha a luz. O PETG translúcido deixa a luz atravessar e sair espalhada, em vez de sair num ponto só, que é o que faria você desviar o olho. Ele também aguenta mais calor que o PLA e resiste melhor a impacto. Se a peça cair da mesa, é essa a que tem mais chance de sobreviver inteira.
PLA, no corpo e no suporte.
A torre, a base e o suporte Prisma são de PLA, um plástico de origem vegetal. É atóxico, não solta cheiro e tem acabamento fosco que não marca digital.


Onde está a cor.
A cor está no Prisma, o suporte de três braços que segura a cúpula. Na Orbita a torre é branca e a cor aparece só ali, como um traço. Na Orbita Zênite a cor sobe pela torre e pela base inteiras, e a peça vira um bloco de cor sob a cúpula clara.
Como a cúpula é translúcida, essa cor continua presente de dia, com tudo apagado. É a razão de a peça decorar também quando não está acesa.
Como a luz sai.
A cúpula espalha a luz pela parede toda, e as aberturas de cima e de baixo levam o resto para o teto e para a mesa. É o que deixa você ler na cama sem acender o quarto inteiro e sem ofuscar quem está do lado.

Entrada universal.
O encaixe é o universal, o mesmo da maioria das lâmpadas de casa, então você acha reposição em qualquer lugar e não fica preso a nada nosso.
E quando uma peça precisar ser trocada.
Como tudo encaixa, cada parte pode ser substituída sozinha. Se a cúpula rachar ou se você quiser outra cor de Prisma, a gente imprime aquela peça e manda. A luminária que você já tem continua sendo a mesma.
